
O sudoeste soalheiro: um engenho de cana que ainda faz rum, uma praia dourada e um museu talhado na falésia.
O açúcar enriqueceu a Madeira no século XV, e a Calheta é dos poucos sítios onde ainda se pode vê-lo ser trabalhado. No Engenho da Calheta a cana é moída na primavera, e no resto do ano veem-se as máquinas antigas e prova-se o rum e o mel de cana, que vai para o bolo de mel.
Por baixo do engenho há uma coisa rara nesta ilha: uma praia de areia dourada, abrigada por molhes. Por cima, no alto da falésia, o MUDAS, museu de arte contemporânea, vale a subida só pelo edifício, volumes de basalto escuro que parecem talhados na rocha, com o mar no fim de cada corredor.
Um conselhoA Calheta é a base para a caminhada das 25 Fontes, no Rabaçal, lá em cima no planalto. Faz a caminhada de manhã e desce à praia depois.
- Do Funchalcerca de 35 minutes de carro
- Engenho a laborarmais ou menos de março a maio
- Praiaareia dourada, trazida de fora

No fim do roteiro, no Funchal, quatro artistas desenham o que trouxeres da ilha: um sítio, uma flor, uma palavra, umas coordenadas.

O contorno da ilha
A Madeira numa só linha.
